Electrostatus, de re|thread, recontextualiza e desconstrói experiências eletrostáticas, transformadores e campos eletromagnéticos: manifestações físicas, o modo como percebemos e as ilusões cognitivas que daí resultam, postos ao serviço de como os seres humanos interagem com o mundo físico, uns com os outros e com o próprio cérebro.
A exposição sustenta-se no poder transformador da experiência científica, dentro da arte e como arte. Trazia consigo um código de indumentária próprio: sintéticos ou lãs a rigor, com a promessa de dar choque.